21 textos sobre · 10 menções
Alcança quem não cansa
(Continuação) «A carta a Camilo esteve adormecida vinte e cinco anos. Eça sustou a sua publicação, mas o motivo alegado por que o fez é muito fútil para que o tenhamos como determinante. Falta de paciência de passá-la a limpo…?! Pode acaso……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(Continuação) «Porque eu, falando de V. Ex.ª considero sempre a sua imaginação, a sua maneira de ver o mundo, o seu sentimento vivo ou confuso da realidade, o seu gosto, a sua arte de composição, a fraqueza ou a força do seu traço; e, pelo menos,……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Em 1887 vinha a lume o Óbolo às Crianças, publicação organizada com intuitos filantrópicos, escrita na sua quase totalidade por Camilo, sob o pseudónimo de Egresso Bernardo de Brito Júnior, e por Francisco Martins Sarmento, esse com o pseudónimo de……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(continuação) «Em matéria da inteireza com que o naturalismo observa a vida, sem receio de fazer corar as meninas, estribando-se em Feuillet, pedagogo dos bons costumes para uso de donzelas, poderiam os românticos perguntar a Eça pela página do autor……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(Continuação) «À data em que Eça escreveu o prefácio do Brasileiro Soares, 1886, tinha Camilo, sagitário por excelência, várias vezes despejado o carcás de flechas envenenadas contra a escola realista, algumas vezes alvejando Eça particularmente.……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(Continuação) «Naquele galão de pouco mais de dois anos, passou Camilo o período crucial da sua vida. Estava quase cego. Morria-lhe a nora, aquela menina de 17 anos, ingénua e simples, em cujo rapto cooperara e que devia trazer consigo à volta de 300……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Neste transcurso de 80-81, sobressaltos e azares tornaram a vida de Camilo um inferno. Ainda e sempre o que mais o assoberbava, além da loucura de Jorge, cujos desatinos iam até o fogo posto, eram as necessidades prementes de pecúnia.» [...] «Os……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(continuação) «A polémica com Alexandre da Conceição pode considerar-se como o auge da contumélia entre românticos e realistas. Aquele, homem livre e culto, de entendimento tão atilado como cáustico, sabendo manejar a pena, em sua primavera……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«A actividade literária de Camilo de 1880 para 1881 limita-se a pouco mais que à publicação da Corja. À semelhança do Eusébio Macário, de que é a segunda parte, saiu em volume incrustada noutros pequenos trabalhos, a que deu o título já adoptado na……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(continuação) «Camilo, no entanto, evitava a guerra. Não foram poucos os testemunhos de apreço literário, é verdade que a modo de parêntesis, que teve para com os adeptos da escola nova. Estes não se demoveram da sua atitude de retraimento. O velho……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«No perfil de Ramalho Ortigão publicado nas Notas Contemporâneas, datado de 1878, pulsa-se o pouco respeito que merecia a Eça o romantismo e com ele os seus cultores. Por integração de partes, Camilo devia sentir-se atingido. O seu nome não é……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(continuação) «Com efeito, quando se ateou em Portugal a refesta entre românticos e realistas, lá fora aquilo era já assunto arrumado. Mais longe ainda, o naturalismo, seu prolongamento excessivo, caía em descrédito. Em Portugal, o realismo atingia, à……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Uma crítica sagaz da personalidade literária de Eça procuraria, mais que plágios ou decalques, a fonte da sua inspiração. A muitos escritores é necessário que venha de fora, como toque de graça, o verbum, ou a palavra mágica, como entendia M.me de……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
06Set25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto (continuação)«Foi por esta altura que se efectuaram em Lisboa as conferências do Casino. Na 4ª: "Afirmação do realismo como nova……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
23Jul25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto «Quando em 1866 surgiu na Gazeta de Portugal o nome de Eça de Queirós, a revista estava em franco declínio. Descortina-se isso hoje……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
07Ago25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto «Anos de 1866, 67, 68 termina Eça a sua formatura em Direito, estreia-se na Gazeta de Portugal, cozinha o Distrito de Évora, ensaia a……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(Continuação) «Concordámos que Camilo mais duma vez deu o flanco na nota que escreveu a propósito do pai de Eça. Do implicar comigo fez este um azabumbante [*] e apepinador leit-motiv ; das admirações beócias, de que o cultor da língua era alvo, uma……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(Continuação) «A Relíquia essa é uma variegada urdidura de fios do estilo rendilhado de Edgard Quinet, cartonada em pedaços do velho cenário burlesco de Paul de Kock e Crébillon -- figurações e tramoias de peça mágica. A alma esplêndida do livro,……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
31Ago25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto (continuação)«Em 1870 publicou Eça de braço dado com Ramalho o Mistério da Estrada de Cintra, romance literariamente banal que……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Em 1886 vinha a lume o Brasileiro Soares de Luís de Magalhães. Apadrinhava-o Eça de Queirós com o prefácio, datado em Bristol de Maio do mesmo ano. Desse prefácio, como a generalidade se entressacha na teia espiritual das relações entre ele e Camilo,……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Discursivamente ficou dito tudo o que o problema literário, já não dizemos económico, comportava? Supomos que não. Por todo o século XIX e primeiro quartel do XX, o brasileiro era um quarto estado em Portugal. Devia ensinar-se nas escolas a seguinte……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Com um pequeno intervalo de semanas, rompia de Bristol nova investida contra o romantismo. Eça de Queirós aproveitava-se do ádito das obras, a que o chamavam como padrinho, à laia de plataforma de tiro. No Brasileiro Soares, primeiro, logo a seguir nos……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2] Arquivo Alcança quem não cansa Um Blog utilizado para a divulgação das obras de Aquilino Ribeiro. «Move-me apenas o culto da verdade, pouco me importando que seja vermelha ou branca.» [Aquilino Ribeiro] Um……
ler texto completo →Anabela Mota Ribeiro
“E os dias que não estive junto deles, a decifrar-lhes a letra miudinha, como os recuperar? Porque gostava de ser lembrado como alguém que, como os gatos, se passeou, um «flâneur». E gostava de escrever com a independência do Garret das «Viagens»,……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
(continuação)«Surgiu a decantada questão de Coimbra, que, enfim de contas, mal arripiou a quietude pantanosa da vida mental portuguesa. Nós hoje, avaliando-a pela soma de pólvora que parece ter-se queimado de parte a parte, pelo palhagal de papel……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«Resgate. Inscreve-se para a milícia do Oriente. Os registos da Casa da Índia. A absurda falsificação. Soldado raso. Erros seus, má fortuna...»«O alistamento revestiu o fácies duma imposição, de modo algum de acto voluntário. A carta de perdão é……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
https://youtu.be/rUxFaVzA4w4?si=laYHR-_tRO0231Lb Conteúdo não suportado.https://livrologia.blogs.sapo.pt/fala-do-homem-nascido-2204233 Fala do Homem NascidoPoema Fala do Homem Nascido in ' Teatro do Mundo' (1958)in Obra Completa de António……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
28Fev25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto «A seguinte tábua acusando alguns dos erros duma edição, emendados noutra, derrama luz mais que suficiente sobre o controvertido……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
24Fev25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto SEGUNDO PROBLEMA«As duas edições do pelicano estão inçadas de erros. Como se explica?»«Consoante o senso comum, a ordem lógica……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
28Jan25 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949. Manuel Pinto «Quanto ao lai de Leonardo enamorado, omisso igualmente, muito bem observou o transitório possuidor do códice, que veio parar às……
ler texto completo →Alcança quem não cansa
«POBRE Luís de Camões! Desde a publicação dos Lusíadas até a morte, que não vinha longe, disse mal da sua estrela. Todos esses anos ninguém fez reparo nele.»«Não toparam aura os Lusíadas. Frades e latinistas achavam-lhe a linguagem difícil,……
ler texto completo →