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Mundo Fantasmo
Era este o título de uma série de crônicas de Nelson Rodrigues sobre futebol, no jornal O Globo, que eu lia com devoção, tanto quanto lia o “Meu Personagem da Semana”, a página dupla mantida por ele na antiga Manchete Esportiva que meu pai não só……
ler texto completo →LETRAS IN.VERSO E RE.VERSO
Por Rafael Bonavina O solitário, Oswaldo Goeldi.Seria muito difícil negar a influência que Fiódor Dostoiévski teve sobre Nelson Rodrigues, tão difícil que poderíamos nos eximir da tarefa de apontá-la. Mas, para quem ainda não a conhece, basta nos……
ler texto completo →Revista Bula
Para o bem e para o mal, não acredito ter muito em comum com o Nelson Rodrigues (1912-1980), dramaturgo de pena maior. Nossas tangências se contam na mão: a profissão (o jornalismo); o apreço pelo futebol; a baixa acuidade visual.Dizem que suas crônicas……
ler texto completo →LETRAS IN.VERSO E RE.VERSO
Por Juliano Pedro SiqueiraEra 30 de março de 1972, quando os agentes do DOI-CODI abordaram Prancha e o conduziu a uma base da Guarda Militar no Méier. Naquela altura, Prancha era um dos nomes mais procurados pelos órgãos de repressão ligados à ditadura.……
ler texto completo →Revista Bula
Todos apresentamos definições sempre muito precisas quanto a conceituar o amor — que se encarrega de desmontá-las, uma a uma, enquanto tentamos entender a lógica que o rege. “Anna Kariênina”, do novelista russo Liev Tolstói (1828-1910), é decerto……
ler texto completo →Revista Bula
Nelson Rodrigues (1912-1980) era um gênio. E estava certo. Pouca gente soube materializar o torvelinho de traumas, complexos, paranoias e, por evidente, perversões sexuais que permeiam as relações humanas, todos esses assuntos em que Nelson esgrimia um……
ler texto completo →LETRAS IN.VERSO E RE.VERSO
DO EDITORNa aquisição de qualquer um dos livros pelos links fornecidos neste boletim, você pode obter um bom desconto e ainda ajuda a manter este projeto. A sua ajuda continua essencial para que o Letras permaneça online. Esses links de os que postamos em……
ler texto completo →Revista Bula
Foto / A. Ricardo Não faltam motivos para nos colocarmos contra o futebol nestes tempos de onipresença midiática alavancada pela catártica Copa do Mundo.Das bets ao posicionamento político patife da maior parte dos jogadores, não faltam motivos para nos……
ler texto completo →Anabela Mota Ribeiro
Um banqueiro que chora abraçado a um amigo? Um banqueiro que não completa, mas que diz que devia era tê-los mandado todos à…? Um banqueiro que se apaixona por uma mulher casada e com três filhos e que não tem pejo em dizê-lo? Um banqueiro que não……
ler texto completo →Mundo Fantasmo
Li em algum livro psicanalítico ou equivalente que um momento crucial na infância é quando uma criança mente aos pais pela primeira vez e escapa impune. Ela percebe que não é apenas um grão-de-areia passivo na ventania do mundo. Ela não está apenas……
ler texto completo →Revista Bula
Woody Allen sempre pareceu-me exausto, tomado daquele tédio estupefaciente, avassalador, invencível acerca da humanidade e sua burrice, sua má vontade, sua má-fé, seu gosto por simplificações, pelo lero-lero. Depois de passar anos gravando só em Nova……
ler texto completo →Blog da Boitempo
Charge de Mauro Iasi Por Mauro Luis Iasi “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos” — Nelson Rodrigues Dizem que na Suprema Corte norte-americana, na qual os juízes são vitalícios, existe uma……
ler texto completo →Blog da Boitempo
Imagem: YouTube / reprodução. Por Mouzar Benedito Pensando um pouco nos políticos brasileiros, e na prática de muitos deles, um tema me veio à cabeça: traição. E aí me lembrei de umas traições famosas, a mais falada de todas talvez seja a de Judas……
ler texto completo →kindle babel
Tudo é desperdício. Tempo. Fui na padaria e peguei sopa de legumes no pote grande. Também canjica e falsos croissants. Kátia me passou nova tarefa. Fiz desenhos. Não se se chamo desenhos. Fiz coisas de arte. Vi vídeo de Arthur Miller, gostei da coisa de……
ler texto completo →Blog da Boitempo
“O juízo final”, Hans Memling. Imagem: WikiCommons. Por Mouzar Benedito Obsceno, segundo os dicionários, é sinônimo de imoral, sujo. Pode ser também perverso, indecente… Ou seja: nada que preste. Mas o que é tudo isso para uns, é diferente para……
ler texto completo →Blog da Boitempo
Imagem: Metropolitan Museum of Art (Wikimedia Commons) Por Maria Rita Kehl Uma das queixas que os psicanalistas mais escutam em seus consultórios é esta: “Eu queria tanto ter uma família normal!”. Adolescentes filhos de pais separados ressentem-se da……
ler texto completo →Blog da Boitempo
Foto: Magda Sanches (WikimediaCommons). Por Mouzar Benedito Lá pelos meus vinte e poucos anos de idade, tornou-se moda amar os baianos. Em São Paulo, deixava-se de fazer piadas sobre baianos (uns preconceituosos continuaram) e passava-se a admirá-los. Gil,……
ler texto completo →Estado da Arte
por Andrei Venturini Martins …………….. “Nada nos humilha mais do que a coragem alheia”. [1] ………………. Nelson Rodrigues …………….. Rodrigues …………… A escrita de Nelson Rodrigues, jornalista e um dos maiores dramaturgos do……
ler texto completo →Estado da Arte
por André Chermont de Lima Numa das crônicas que integram a primeira leva de suas Memórias, publicadas no “Correio da Manhã” em 1967 (nº 40), Nelson Rodrigues menciona um concurso de composições de que participou na escola primária. O primeiro……
ler texto completo →Ministério dos Livros
Sinopse:Nelson Rodrigues e o futebol: um dos melhores cronistas desportivos do mundo entra em campo a tempo do Mundial. Depois da ficção, das crónicas de costumes e das memórias, a colecção que resgata a obra de um dos maiores escritores brasileiros do……
ler texto completo →Estado da Arte
Por Fabrício Tavares de Moraes Em sua crônica “E, por toda a semana, o artigo de Corção começou a badalar” (em O Óbvio Ulultante), Nelson Rodrigues relata a perplexidade de um seu amigo, “uma flor das esquerdas”, com certo artigo em que Gustavo……
ler texto completo →Estado da Arte
por Valeska G. Silva Uma parceria do Estado da Arte com a Foco – Revista de Cinema “De onde vêm esses latidos que chegam até aqui? Reconhecemos, da mesma forma, no relato de Teramena, os cavalos furiosos que arrastam o cadáver de Hipólito na praia,……
ler texto completo →Agulha Revista de Cultura
La distracción, la diversión es algo consustancial a la vida humana, no es un accidente, no es algo de que se puede prescindir. Y no es frívolo, señores, el que se divierte, sino el que cree que no hay que divertirse. Ortega y Gasset [1] O teatro tinha, a……
ler texto completo →O beijo mais polêmico da história do teatro brasileiro foi escrito por Nelson Rodrigues em 1960. De lá para cá, O Beijo no Asfalto já foi encenado em palcos de todo o país e afora. Também foi registrado pelas lentes cinematográficas em 1964 (na……
ler texto completo →SARAU LITERÁRIO | Blog do Mestrado e Doutorado em Teoria Literária da Uniandrade
Luiz Zanotti* O ensaio a seguir busca mostrar o importante momento do desenvolvimento do teatro no Brasil, através de uma breve discussão sobre a peça Vestido de noiva a partir dos seus textos e de algumas críticas referentes a montagens das mesmas.……
ler texto completo →Agulha Revista de Cultura
Nelson Rodrigues é uma unanimidade em pedaços. Melhor: é cada um dos dois lados de uma outra conclusão: diante dele, ama-se ou odeia-se. Não se viu até hoje a imparcialidade ou a passividade dos que conhecem sua obra - isto, uma "unanimidade". E esta……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
Tia Rute– EU CONHEÇO SEGREDOS DA FAMÍLIA! SEI por que Guilherme e Edmundo voltaram—SEI! Sei por que Nonô enlouqueceu —por que mandaram Glória para o colégio interno! Guilherme– Fazes bem em humilhar mamãe. Ela precisa EXPIAR, porque desejou o……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
(uma versão da resenha abaixo foi publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 29 de julho de 2014) Esta minha coluna corre o risco de transformar-se num veículo necrológico. Tantos são os óbitos de escritores notáveis que alguns chegaram a ser……
ler texto completo →Mariana M. Braga A pedidos, vou contar a história da nossa apresentação em Lyon Cartazes do espetáculo Valse no 6 espalhados pelos corredores da École Normale Supérieure de Lyon. O lugar onde eu concluía meu mestrado seria palco de uma das maiores……
ler texto completo →Mariana M. Braga Dorotéia: a peça do Nelson Rodrigues que mais traz elementos grotescos. A direção de Mariana Zanette, a cenografia de Aorelio Domingues e a iluminação de Wagner Corrêa exploram essa característica da peça e de todo o teatro……
ler texto completo →Mariana M. Braga Um monólogo com múltiplas vozes. Uma tarefa muito difícil para quem está no palco. Assim é construída a adaptação para o teatro do romance O Filho Eterno, do querido Cristóvão Tezza, criada por Bruno Lara Resende e dirigida por……
ler texto completo →Mariana M. Braga Lá vem Nelson Rodrigues de novo. O motivo não é ele ser meu tema de pesquisa há dois anos, mas a importância do grande escritor para a cena brasileira e, cada vez mais, para a cena mundial. Outro grande escritor, o Ruy Castro, que fez a……
ler texto completo →Mariana M. Braga Eles vêm de Recife, cidade natal do grande Nelson Rodrigues, para apresentar a também rodrigueana Viúva, porém honesta. E a casa lota. O espetáculo demora para começar neste sábado 06 de abril para tentar encaixar na plateia pelo menos……
ler texto completo →Mariana M. Braga FRINGE A MULHER SEM PECADO Depois do ano de comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o grupo de Blumenau traz para Curitiba uma leitura dramatizada de A Mulher sem pecado, primeira peça do dramaturgo. É a história do paralítico……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
“Minha doença me revelou a minha mulher, e aliás me revelou a mim mesmo. Nunca fui de desconfianças, e sempre enchi Silvana de mimos, sem fazer uma crítica, um reparo, um senão. Quando as tosses começaram, o rosto dela assumiu uma expressão……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
(escrito especialmente para o blog, 23 de agosto 2012) Zulmira: Foi um altíssimo negócio essa cartomante. Agora eu sei de tudo. Essas dores nas costas… Olha: hoje eu passei o dia inteiro com o nariz entupido… Tuninho: Gripe! Zulmira: Gripe aonde?……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
Paulo: (…)nós temos a loucura na carne, a loucura e a morte… Misael: Um Drummond não pode amar nem a própria esposa. Desejá-la, não; ter filhos… A cama é triste para os Drummond… D.Eduarda: Meu próprio marido me possuiu sem me acariciar………
ler texto completo →Catálise Crítica
Homenagem do blog aos cem anos de nascimento de Nelson Rodrigues. Numa crônica (presente em O Óbvio Ululante) em que deveria falar sobre a banana que comia por merenda, ele nos brinda com sua paixão por Dostoiévski e com o conselho de reler, reler,……
ler texto completo →A Cia. Teatro Mosaico traz aos palcos uma montagem digna de uma peça rodrigueana Mariana M. Braga foto: divulgação Entramos no teatro e damos de cara com as cortinas já abertas e os atores em cena, fazendo a ambientação da peça, enquanto alguns……
ler texto completo →Espetáculo inspirado na obra de Nelson Rodrigues trata das fraquezas humanas em estado bruto Mariana M. Braga Pelo buraco da fechadura o menino espia o mundo adulto, com todas as suas sensualidades e loucuras, resultantes das mais selvagens vontades carnais.……
ler texto completo →Fazendo a garimpagem de peças em cartaz para recomendar aos leitores da página Cortinas Abertas no Facebook, encontrei informações sobre a apresentação de Anjo Negro no Sesc da Esquina. Como minha dissertação na ENS de Lyon é sobre Nelson Rodrigues e……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
Escritos entre dois projetos ciclópicos e avassaladores (Conversa na Catedral, 1969, e A Guerra do Fim do Mundo, 1981), Pantaleão e as visitadoras (1973) e Tia Julia e o escrevinhador (1977) correram o risco de ser vistos como “tempos fracos” da obra de……
ler texto completo →Catálise Crítica
Por José Leonardo Ribeiro Nascimento Eu comentei no post Os Noivos, de Nelson Rodrigues, sobre o final da história, que desgostei bastante. Ontem à noite li esse pequeno conto do argentino Jorge Luis Borges e fiquei aturdido com o desfecho que ele deu à……
ler texto completo →Catálise Crítica
Por José Reinaldo do Nascimento Filho Primeira vez que tenho contato com os escritos dessa figura. Gostei imensamente do estilo empregado por ele para contar essa historieta. Muito cínico ele. Algumas piadas internas aqui e acolá que pareciam estar……
ler texto completo →MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte
(resenha publicada originalmente, sem as notas de rodapé, em A TRIBUNA de Santos de 10 de maio de 2011) “Não era capaz de dobrar Veda, por mais que batesse nela, a filha emergia vitoriosa desses embates e ela sofria uma derrota trêmula, ignóbil. Era……
ler texto completo →Livrada!
O quê?? O post de hoje não saiu às 9 horas? Que absurdo, Yuri! Quanta irresponsabilidade! Pois é, gente, ia escrever ontem à noite, mas veja só como esse blog está profético: Quando falei do Rota 66, estourou aquele corre-corre no Rio. Depois, fui……
ler texto completo →Livrada!
Nelson Rodrigues! Essa pessoa amabilíssima, agradável, que quase nunca fala merda, que ama e dá aos pobres, que não faz ideia errada da gente, esse moço, pobre moço, que teve o azar de morrer no dia em que ganhou na loteria. Nelson Rodrigues era dessa……
ler texto completo →Mundo Fantasmo
Um artigo recente de Nuno Ramos na revista Piauí de abril faz uma boa análise da obra teatral de Nelson Rodrigues. A matéria-prima de Nelson são os sonhos e pesadelos da classe média suburbana: emprego e desemprego; casamento e adultério; obediência e……
ler texto completo →Mundo Fantasmo
A certa altura de todo curso de Jornalismo, um professor manda a turma redigir um trabalho qualquer, e depois que os recolhe manda alguém ir ao quadro e ir anotando as expressões que ele ditar. E vai dizendo: “ferragens retorcidas... os bravos soldados do……
ler texto completo →Mundo Fantasmo
(ilustração: Vita Wells) Quando citamos uma frase, geralmente dizemos o seu autor, e mais nada: “É como dizia Shakespeare: o resto é silêncio”. Verdade. Mas talvez fosse mais certo dizer: “É como dizia o príncipe Hamlet, de Shakespeare: ...”……
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