Rolando Topor

9 textos sobre · 9 menções

Textos sobre Rolando Topor

LUCI COLIN (1964)

Agulha Revista de Cultura

Luci Collin (Curitiba, Paraná, 1964). Escritora, tradutora, professora universitária, musicista. Sua obra se destaca pela experimentação e pela abordagem de temas da pós-modernidade, como as metanarrativas e as crises identitárias. Transitando por……

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SUSANA WALD y FLORIANO MARTINS | Los animales con que vivimos

Agulha Revista de Cultura

Detrás del piano vivía un grillo. Había improvisado una casa con viejos trozos de capullos de escarabajos saltarines. El piano llevaba mucho tiempo apoyado contra la pared de mi salón. El grillo tal vez se alimentaba del recuerdo de notas que la casa ya no……

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RIBEIRO COUTO (1898-1963)

Agulha Revista de Cultura

Ribeiro Couto (Rui Ribeiro Couto), diplomata, poeta, contista, romancista, magistrado e jornalista, nasceu em Santos, SP, em 12 de março de 1898, e faleceu em Paris, França, em 30 de maio de 1963. Publicou o seu primeiro livro de poemas, O jardim das……

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LÚCIO CARDOSO (1912-1968)

Agulha Revista de Cultura

Lúcio Cardoso nasceu em Curvelo, Minas Gerais. Junto com os romancistas Otávio de Faria e Cornélio Penna e o poeta Vinicius de Moraes, Lúcio Cardoso é considerado expoente da literatura de cunho intimista e introspectiva que despontou no Brasil na década……

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GLADYS MENDÍA | Sobre Veios do horizonte, de Beatriz Saavedra Gastélum en su versión al portugués

Agulha Revista de Cultura

La reciente aparición de Veios do horizonte en lengua portuguesa –traducción que tuve el privilegio de realizar a partir del original español– constituye un acontecimiento digno de escrutinio crítico por cuanto inscribe en el sistema literario……

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ISABEL CÂMARA (1940-2006)

Agulha Revista de Cultura

Isabel Câmara nasceu em Três Corações, Minas Gerais, em 1940. Tornou-se conhecida com a peça As Moças, pela qual recebeu o Prêmio Molière de melhor autor em 1970, após a encenação do texto em São Paulo em 1969, com direção de Maurice Vaneau, e,……

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MARIELLA NIGRO Hacia atrás, remando - Una lectura de Club, de Teresa Korondi

Agulha Revista de Cultura

Si en su libro de 2023, Rodó porque rodaba, la poeta y sus libros viajaban como Próspero en una “una balsa de ensueño” que la salvaba, en este libro es otro el bote en que navega, con un ejercicio de rememoración, mirando hacia adentro y hacia atrás……

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ADELTO GONÇALVES | Flávia Resende e a imagem mítica de Antígona revivida

Agulha Revista de Cultura

Decifrar a imagem mítica de quatro Antígonas – duas europeias, duas latino-americanas, todas escritas num contexto de estado de exceção e, obviamente, totalitário – é o que busca a professora e atriz Flávia Almeida Vieira Resende em Antígonas –……

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SANTIAGO MONTOBBIO | Gaudí, aire nuestro

Agulha Revista de Cultura

Leo ayer a Gaudí en la Plaza del Reloj, y en algunos de los poemas que en ella escribo así lo digo. Es inusual leer a Gaudí, leer sus palabras, pocas y poco divulgadas o accesibles. Vivimos rodeados de Gaudí, rodeados de Gaudí, es un ritmo y una música……

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Menções a Rolando Topor

ANDRÉ DE SENA (1975)

Agulha Revista de Cultura

Poeta, escritor e músico nascido em Recife em 26 de novembro de 1975, André de Sena filia-se, na prosa literária, a diversas tradições e modalidades imaginativas setecentistas e oitocentistas; na poesia, a um universo pessoal, mas também intertextual,……

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FLORIANO MARTINS | O maldito no feminino – A escrita literária transgressiva em língua portuguesa, de Maria Lúcia Dal Farra

Agulha Revista de Cultura

A Editora da Unicamp acaba de publicar este livro fundamental da poeta e ensaísta Maria Lúcia Dal Farra. Na sinopse divulgada pela editora, lemos: Com o intuito de conhecer e inquirir os modos de transgressão feminina que vieram conferir a certas escritoras……

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R. LEONTINO FILHO | La encrucijada del abismo tras el espejo, sobre Tríptico de la Agonía, de Floriano Martins & Berta Lucía Estrada

Agulha Revista de Cultura

El tiempo es un ciempiés sin cabeza que camina sobre un espejo invertido. ISABEL MEYRELLES Los espejos, con miradas traicioneras, engañan violentamente a los inocentes del tiempo; traicionan sin piedad a los engañados por el azar; ridiculizan solemnemente a……

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FLORIANO MARTINS | Chá para dois – conversando com Nelly Sanchez

Agulha Revista de Cultura

O encontro com Nelly Sanchez é um desses brindes do acaso e que chegam com a fortuna mágica de muitos fragmentos de uma realidade maravilhosa. Nascida na França, em 1974, ela é uma artista plástica e colagista. Esses dois domínios são completos, bem……

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LORENA GUSMÃO DIAS | Floriano Martins, a música de um criador de mundos

Agulha Revista de Cultura

O encontro com Floriano Martins (1957), poeta brasileiro, vem se dando desde o momento em que conheci sua obra e ele próprio me sugeriu ajudá-lo na conversa sobre a constituição psicológica da protagonista de um novo romance seu. Aceitei de imediato e……

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FLORIANO MARTINS Uma cifra imaginária, a partitura natural de Itiberê Zwarg

Agulha Revista de Cultura

Este encontro estava escrito em uma partitura universal há tempos. Primeiramente eu trouxe para a mesa de diálogo outro músico nascido e criado no ambiente mágico da música de Hermeto Pascoal: Jovino Santos Neto:……

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ELYS REGINA ZILS | A Tradutora como Espécie Companheira: Perspectivas Ecofeministas na Tradução de Druida, de Marosa di Giorgio

Agulha Revista de Cultura

Ao longo das últimas décadas, conforme postulam Olga Castro e Maria Laura Spoturno (2025), o debate acerca das intersecções entre mulheres, gênero, feminismos e tradução intensificou-se de forma notável. Esse crescimento reverbera nos Estudos……

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LUZ HELENA CORDERO VILLAMIZAR | Las hermanas Brontë y la literatura como pasión e insumisión

Agulha Revista de Cultura

Digo Cumbres borrascosas y surge una atmósfera sombría, una cuchillada de hielo, una sensación de inquina e impotencia. Comarcas estériles donde crecen silvestres y se regodean las pulsiones humanas. El viento cabalga las colinas, esparce la escarcha, el……

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DAVID FRICKE | Frank Zappa, um tamanho serve para todos

Agulha Revista de Cultura

Durante uma entrevista em 1974 na sala de trabalho musical de sua casa em Hollywood Hills, Frank Zappa descreveu seu dia a dia assim: “Quando estou em casa, passo cerca de 16, 18 horas aqui escrevendo músicas, digitando, trabalhando em filmes”, disse ele……

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