
Em “O Tesouro de Sarah”, Sarah (Naya Desir-Johnson) recebe um lote de terra em Oklahoma por meio de um programa federal voltado a descendentes de povos indígenas libertos. Sarah começa com pouco além da própria convicção. A terra que recebe vem marcada como improdutiva, quase um descarte oficial. Ninguém espera nada dali, o que significa menos interesse, mas também menos apoio.