
Máquinas não assustam por pensarem; assustam porque talvez pensem melhor que nós, com menos vaidade, menos ressentimento, menos prazer em devastar tudo

Máquinas não assustam por pensarem; assustam porque talvez pensem melhor que nós, com menos vaidade, menos ressentimento, menos prazer em devastar tudo
Texto originalmente publicado em Revista Bula
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