
A qualquer momento da vida podemos nos sentir perigosamente sós, como se desterrados em nossa própria existência, presos numa quietude atroadora, implorando

A qualquer momento da vida podemos nos sentir perigosamente sós, como se desterrados em nossa própria existência, presos numa quietude atroadora, implorando
Texto originalmente publicado em Revista Bula
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