
Em “O Negro Artificial” (1955), Flannery O’Connor (1925-1964) esgrima acerca do inegável preconceito racial no sul dos Estados Unidos recorrendo à linguagem

Em “O Negro Artificial” (1955), Flannery O’Connor (1925-1964) esgrima acerca do inegável preconceito racial no sul dos Estados Unidos recorrendo à linguagem
Texto originalmente publicado em Revista Bula
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