Quando “John Wick: Um Novo Dia para Matar” começa, John Wick (Keanu Reeves) ainda tenta limpar os destroços deixados pela violência do primeiro longa. Seu carro continua desaparecido, sua casa parece um mausoléu silencioso e a promessa de aposentadoria vai ficando cada vez mais distante. Chad Stahelski faz essa continuação sabendo exatamente o que tornou o personagem tão popular: John não é um herói carismático que entra numa briga por prazer. Ele parece um homem cansado, irritado e sem paciência para lidar com mais uma madrugada cheia de cadáveres.

O anti-herói de Keanu Reeves em sequência da maior franquia de ação dos últimos 15 anos na Netflix

Quando “John Wick: Um Novo Dia para Matar” começa, John Wick (Keanu Reeves) ainda tenta limpar os destroços deixados pela violência do primeiro longa. Seu carro continua desaparecido, sua casa parece um mausoléu silencioso e a promessa de aposentadoria vai ficando cada vez mais distante. Chad Stahelski faz essa continuação sabendo exatamente o que tornou o personagem tão popular: John não é um herói carismático que entra numa briga por prazer. Ele parece um homem cansado, irritado e sem paciência para lidar com mais uma madrugada cheia de cadáveres.