“Fanon”: a cinebiografia de Jean-Claude Barny e as perguntas que o cinema não responde
Hugo Pontes: "O filme não te dá tempo de se preparar porque a violência colonial também não avisa. Ela é assim: administrativa, rotineira, indiferente. Fanon passou anos tentando traduzir isso em teoria. 'Fanon' o coloca na tela em trinta segundos."
Texto originalmente publicado em Blog da Boitempo
Apoie a publicação original visitando a loja · assinando o Clube do Livro