O humor que o curitibano Marcos Jorge emprega em “Estômago” (2007) não é para qualquer gosto: pode ser tomado por vulgaridade, preconceito,

Na Netflix, um dos grandes filmes brasileiros do século transforma comida, desejo e violência em obra-prima

O humor que o curitibano Marcos Jorge emprega em “Estômago” (2007) não é para qualquer gosto: pode ser tomado por vulgaridade, preconceito,