O mundo de Christiane Vera Felscherinow está desmoronando e ela não nota, e nem poderia. Desorientada em sua liberdade, a personagem-título de “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” se lança a uma jornada que, ela pensa, há de ajudá-la a saber o que é a vida, mas a empurra para a morte. Quarenta e cinco anos depois do lançamento, pode-se dizer que o filme do alemão Uli Edel continua atual — ainda que pareça até meio romântico.

O mundo de Christiane Vera Felscherinow está desmoronando e ela não nota, e nem poderia. Desorientada em sua liberdade, a personagem-título de “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” se lança a uma jornada que, ela pensa, há de ajudá-la a saber o que é a vida, mas a empurra para a morte. Quarenta e cinco anos depois do lançamento, pode-se dizer que o filme do alemão Uli Edel continua atual — ainda que pareça até meio romântico.