A CIDADE COMO ESCRITA

OU POÉTICAS DA CIDADE:

EM HOMENAGEM AOS 399 ANOS DE BELÉM

Realização | Revista Polichinello

revista.polichinello@gmail.com

DIAS 15 E 16 DE JANEIRO DE 2015 | Belém

IPHAN - Av. José Malcher nº 474 

(Esquina Com Benjamin Constant)

"O escrito é como uma cidade, para o qual as palavras são mil portas" W.Benjamin


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L I T E R A T U R A 
P E R F O R M A N C E S 

F O T O G R A F I A S
C I N E M A 

P A R T I C I P A Ç Ã O :


DANIELLE FONSECA (Artista Visual)



EDILSON PANTOJA (Escritor e Filosofo)




HARLEY DOLZANE (Poeta)

KEYLA SOBRAL (Artista Visual)



NEY FERRAZ PAIVA (Poeta)



PATRICK PARDINI (Fotografo)

VICENTE FRANZ CECIM (Escritor)



RAMON CARDEAL (Escritor)




João Bosco Maia (Escritor)


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Quanta coisa estranha não se pode ver numa grande cidade quando se sabe passear por ela e olhar! Charles Baudelaire

Na contramão

Trata-se de um encontro com a cidade tal como ela é: intensa aglomeração de imagens, ruídos, congestionamentos, deslocamentos, aguaceiros, transeuntes, refúgios, infernos, encontros, sobrevivências, entranhas, imersões, escritas, pulsações, vazios, fugas.

Essa heterogeneidade reflete a dessemelhança, paradoxos e possíveis, que constitui a cidade no seu funcionamento. É a partir desse horizonte que a cidade nos interessa, ou seja, é dessa composição que pulsa a vontade de travessia.

Nosso objetivo é cruzar a urbe a partir da sua profusão de escritas e contingências na direção dos acontecimentos, sejam os que irrompem no imperceptível ou no subterrâneo. Pois navegar pelos dédalos tal como desejamos implica, sobretudo, em perceber os gestos desolados do qualquer; acompanhar o tempo das imagens intermitentes; ouvir o inaudito das ruas; navegar pelas grafias do desconhecido; fugir para o outro da cidade, afinal a cidade é um organismo no qual se atravessam todas as artérias.  Nilson Oliveira

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A CIDADE COMO ESCRITA OU POÉTICAS DA CIDADE
Matéria no Caderno Você / Diário do Pará de Hoje