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| Fotografia da minha autoria |
«Fui atrás da felicidade e voltei
da livraria com cinquenta livros»
A nossa viagem só fica completa, quando descobrimos o nosso lugar. E há poucas sensações tão arrebatadoras como a que se manifesta perante a certeza de nos sentirmos em casa. Portanto, sempre que entro numa livraria, sei que é ali que pertenço, porque estou amparada por infinitas histórias, pedaços de mundo e palavras que nos transformam.
Jorge Luis Borges sempre imaginou «que o paraíso fosse uma espécie de livraria» e eu creio que estava perto da verdade, porque o ambiente que estes espaços mágicos proporcionam é singular e indescritível, potenciando memórias inesquecíveis. Por essa razão, mesmo que não pretenda adquirir um novo exemplar - ou vários -, tendo essa possibilidade, perco-me sempre pelos corredores das livrarias, ignorando o tempo e concentrando-me, apenas, em folhear obras desconhecidas, para, a seguir, ser transportada em conjeturas de possíveis enredos, uma vez que os livros acalentam a nossa imaginação.
De Norte a Sul de Portugal, há livrarias - e, claro, bibliotecas - que merecem paragens demoradas. E, embora a lista seja quase inesgotável, existem sete que estou mesmo muito ansiosa por conhecer ao vivo.
Assim que for possível viajar sem restrições, procurarei priorizar esta espécie de turismo livrólico, dando asas a um roteiro especial.
Que livrarias recomendam?







