Cinema em Seia, Literatura na Amadora, 16 de Outubro
Realizou-se de 10 a 18 de Outubro mais uma edição do CineEco, Festival de Cinema sobre Natureza, que se realizou em Seia.
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Um evento muito importante e que decorreu na semana em que se assinalou mais um ano após os incêndios de 16 de Outubro de 2017.
Também esta semana, iniciou-se mais uma edição do Festival de Banda Desenhada (Quadradinhos, no Brasil) da Amadora, a decorrer de 17 a 27 de Outubro.
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Este evento de literatura faz-nos pensar em como um livro, sobretudo que utilize muitas imagens, eventualmente a cores, pode ter um impacto ambiental negativo. Esse impacto resultará das tintas não ecológicas, do tipo de papel utilizado e do transporte até à livraria, biblioteca ou a nossa casa.
Até breve.
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III - 3a Parte - Tríptico poético em clave de Sol
À mudança do mundo, tudo dou, sem escolha, que eu, para ele, de tão pouco, nada sou. Às vezes resta-me uma estrela Alpha Centauri, sem nexo, de brilho cristalino, gélido, e eu me deixo ir preplexo. Só que, no Universo, tudo o que é próximo, é também um irradiar distante... Pelo que, para ir além no horizonte, fecham-se os olhos, e a imaginação necessita-se então aos molhos... Para o novo Sol Centauri, nem a rápida arte de viajar, que permita ver outros prados verdejantes, nem novas estrelas à noite refletidas em novo mar. Temos só a poesia perfumada, nostágica do Antes. Nota: a estrela Alpha Centauri é a estrela mais próxima da terra, encontrando-se a 4 anos luz. A velocidade da luz é cerca de 280 mil quilómetros por segundo.
Tríptico poético em clave de Sol
I Primeira parte Um dia irás além. Verás de novo o horizonte como ao presente, após esqueceres o efémero e mudo passado. II Segunda parte Alguém disse, e escreveu, que na vida só se é feliz quando se ama alguém. E eu acredito, porque só então as íris se dilatam com a cromaticidade da incadescência musical. E ninguém leva a mal. E quando me levanto pela manhã, já a a eternidade do sol irradia o seu calor de átomos saltitantes. Dantes tudo era ausência, então tudo é demência. Mas, não há esquecimento nem se sente o vento, só o tormento que permite dormir ao relento. E a morte nada pode, porque a vida, passada em revista é uma sucessão de bebidas, aperitivos, queijos e beijos, diante da nossa vista. [para breve a 3a parte] Até breve.
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Boa noite. Aqui alguns dos autores vencedores do Concurso Literário Natureza 2025: PRENÚNCIO, por Francisco Guilherme Por entre a bruma da manhã, por João Araújo O Sussurro da Paineira, por Bruno Reallyme O Lamento da Terra, por Rachel Carvalho Chamado Selvagem, por Ítalo Dourado A peste, por Caio Araujo OS FILHOS DA AURORA, por JV PS Somos Natureza, por Daiane Mendes Des (esperança), por Thaís da Silva Aposta de mãe, por José Vargas Hoje fica o poema: Des (esperança) , por Thaís da Silva Oh, que vazio oco Um silêncio lânguido Prevejo quem seja, é um sentimento acanaveado Que de tempos em tempos sucede, tentando invadir O interior de meu templo, de minh’ alma. Por sorte, me resta uma dose de esperança. Por sorte, há um pouco de arte e cultura pela vizinhança Algo que certamente, germina em meu peito confiança E me faz sobreviver nesta ríspida realidade que deslancha, E me devora paulatinamente dia pós dia. No entanto, eis-me aqui a pelejar, por um destino Interes...