Não sei bem se os leitores deste Cadeirão gostam tanto de guias como de outros livros, nem se apreciam as boas sínteses sobre o mundo natural do mesmo modo que se dedicam a um romance portentoso ou a um poeta de gabarito. Por mim, que gosto de tentar distinguir as aves do céu, as pedras do chão e as plantas do campo, saber que a Assírio & Alvim vai voltar ao Guia das Aves é uma notícia tão boa como a tradução portuguesa do Infinite Jest de que toda a gente fala.