Seiscentas páginas de um livro para acabar de ler. Uma exposição de banda desenhada de um autor português em processo de construção. Uma longa entrevista, em várias sessões, a meio. A desconfiança de que, nos dias que vivemos, por mais que se trabalhe, nunca será possível uma existência em que se trabalhe um pouco menos, para se trabalhar um pouco melhor, tudo com a justiça e a justeza devidas. É por isto que o blog anda mais lento, mas fiquem descansados os que por aqui passam, a lentidão não é sinónimo de queda.
Dos dias que vão correndo
Texto originalmente publicado em Cadeirão Voltaire