15
Mar24
Maria do Rosário Pedreira
Divido com algumas pessoas o horror aos erros ortográficos. Acho deplorável que os jornais e as televisões cometam erros nos rodapés dos noticiários e nas notícias escritas, pois serão lidos por milhares de pessoas que confiam na sapiência desses meios; e agora, que há liberdade para todos escreverem na redes sociais, pior ainda: os erros estão mesmo por todo o lado, vindos por vezes de personalidades que até imaginávamos cultas, mas... Porém, o mais incrível é quando quem quer ser escritor (ou já o é) dá erros de palmatória ou confunde «iminente» com «eminente» (estou constantemente a encontrar este erro). Sei que muita gente me acha uma exagerada, explicando-me que em todas as épocas houve sempre gente a escrever com erros; mas agora uma amiga solidária manda-me um artigo de uma revista francesa que explica que os erros gramaticais não só ferem os ouvidos como... estão preparados?... fazem mal ao coração! É um estudo britânico feito no mês passado que o sugere, mostrando que a frequência cardíaca se altera quando deparamos com este tipo de erros e que o nosso stress aumenta em conformidade. E, se não acreditam, aqui vai o link, com o qual se podem entreter no fim-de-semana. Até segunda!