Depois do discurso do presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, que fez um balanço muito positivo da primeira edição do Festival, presta-se homenagem a António Salvado. E logo depois anuncia-se a oferta de 250 livros das editoras que apoiaram o Festival à Biblioteca Municipal e às bibliotecas escolares de Castelo Branco. Chamem-lhe marketing, se quiserem, e não deixa de o ser, mas olhando para uma boa parte das lombadas desconfio que os leitores albicastrenses não se aborrecerão com o nome.
Antes da última mesa, há tempo para ouvir a viola beiroa, instrumento pouco conhecido fora destas terras e que tem nas mãos de mestre Alísio e de Miguel Carvalinho dois cultores entusiasmados (e um som belíssimo).