Com beleza e sobriedade, é um livro que segue a linha de Siddhartha, de Hermann Hesse, ou Os Olhos do Irmão Eterno, de Stefan Zweig – um livro sobre o silêncio, a contemplação e a busca do absoluto.
Pavel, personagem do livro, é obrigado a mudar o rumo da sua vida devido a uma série de circunstâncias. Primeiro com amigos, depois só, leva a cabo viagens pelo Saara, adentrando-se no deserto, metáfora do infinito. O Amigo do Deserto aprofunda temáticas muito presentes no quotidiano e que estão relacionadas com a busca do silêncio, de um sentido mais profundo para as coisas que nos rodeiam e de formas alternativas de ver e viver. Um livro que promove a
arte do encontro solitário consigo mesmo.
Padre, teólogo e escritor, o espanhol Pablo d’Ors é a mais recente aposta no catálogo da Quetzal. Nomeado em 2015 membro do Conselho Pontifício da Cultura pelo papa Francisco, Pablo d’Ors é autor do livro O Amigo do Deserto, que chega esta sexta-feira, 18 de outubro, às
livrarias nacionais, com tradução a quatro mãos por Cristina Rodriguez e Artur Guerra.
Pablo d’Ors nasceu em Madrid, em 1963, e é escritor e sacerdote católico. Estudou Filosofia e Teologia em Nova Iorque, Praga, Viena e Roma. A sua tese de doutoramento foi dedicada à «teologia da experiência literária» (Teopoética) e ensinou Dramaturgia e Estética Teológica. Em 2014 fundou a associação Amigos do Deserto, dedicada a «aprofundar e difundir a dimensão contemplativa da vida cristã», tendo em 2015 sido nomeado para o Conselho Pontifício da Cultura pelo papa Francisco.
Nota de Imprensa da Quetzal.