Escrevo este post apenas para indicar aos leitores o brilhante texto de meu amigo antropólogo Tonico Vieira.
Em causa própria é uma inteligente associação entre capitalismo contemporâneo e relações humanas, com alguma semelhança com as reflexões do sociólogo polonês Zygmunt Bauman e sua teoria sobre o “amor líquido”[1].
O estilo de Tonico Vieira é solto, ágil, informal, literário no melhor sentido da palavra e além de tudo divertidíssimo.
Aproveitem para se familiarizar com o CUMACHAMA, blog dele e de Guilherme Flynn.
Vai aí o link do texto:
Boa leitura.
[1] BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido. Jorge Zahar, 2004. Nesta obra, Bauman procura explorar as relações entre a lógica da concorrência e da descartabilidade próprias do capitalismo contemporâneo com as relações afetivas atuais. É uma leitura muito elucidativa, e também bastante desoladora.