O Rota das Letras abriu portas depois da imprescindível dança do leão e da cerimónia do corta-fitas. Na primeira sessão, Clara Ferreira Alves e Yan Geling falaram sobre viagens e literatura, com alguma sensação de lost in translation pelo meio, talvez inevitável na aproximação de duas línguas com estruturas tão distintas.
Depois de uma edição que envolveu profundamente a cidade e parte dos seus muitos habitantes, as expectativas para este ano são elevadas. O programa continua hoje, com visitas dos escritores a escolas, um recital de poesia, um concerto e a abertura da feira do livro.
