Series? Or Stand-alone books?

Muito sinceramente, não me importo com qualquer dos casos. Se o primeiro livro for bom, uma saga até é bem vinda, se adicionar algo de novo ao que já foi dito. Agora se for uma saga que é só 'palha', então nem vale a pena. Há histórias que só precisam de um volume para serem contadas, e há outras que podem ir até aos 10, 15 livros, sem nunca se tornarem aborrecidas. A partir daí já começa a ser um pouco de mais, mas desde que o autor consiga sempre introduzir novidades, sem estar a disparatar, força! Lá estarei para ler.

No entanto, gosto muito de stand-alones. Não lhes dou preferência em relação às sagas (pelo menos não de forma consciente), mas acho que há algo muito especial num stand-alone. E, hoje em dia, louvo um autor de FC&F que consiga contar uma história num só volume, pois a tentação de esticar a história para fazer uma trilogia, parece quase LEI (em certos casos).

Também acho que as sagas funcionam muito bem em histórias episódicas. Ou seja, em que cada livro é um 'caso'. O que não quer dizer que seja o único método, pois há excelentes sagas que são continuação directa de uns livros para os outros, mas de alguma forma, se uma saga for ter mais de 5 livros, acho que a fórmula 'episódica' funcionará bastante melhor.

Bons exemplos de sagas:
- Harry Potter, de J.K. Rowling;
- Anders, de Wolfgang Hohlbein, Heike Hohlbein;
- Irmandade da Adaga Negra, de J.R, Ward;
- Dresden Files, de Jim Butcher;
- Mediator, de Meg Cabot;
- entre outros.

No entanto, tal e qual como a Patrícia, detesto quando, cá em Portugal, começam a publicar uma saga e depois interrompem a publicação a meio (ex: Meg Cabot, Christine Feehan). Ou quando começam a publicar a saga a meio (ex: Janet Evanovich), ou então quando publicam os livros fora de ordem (ex: L.J. Smith). Ou pior, quando uma editora publica o livro 1 e outra, exactamente ao mesmo tempo, publica o livro 15 (ex: Sherrilyn Kenyon).
Além disto, não gosto mesmo nada quando em Portugal decidem dividir um volume em dois (ex: George R.R. Martin, Jacqueline Carey, Ken Follet). Pois é, pois é. É bom para as editoras, mas é mau para a carteira dos leitores.

Mas voltando ao tema principal, não tenho predilecção por um ou outro. Tanto me lanço num stand-alone como me meto numa nova saga. Tudo depende de se o autor me consegue cativar o suficiente para ler mais (e isto tanto se aplica a ler mais da saga, como a ler mais do autor, quando o livro é único).