«Vou no metro a cantar
Poucos prestam atenção
Há quem pareça gostar
Há quem bata o pé no chão
[...]
Há quem vá a trautear
Um pouquinho do refrão
Distraído a olhar
A outra ponta do vagão
[...]
Sempre os mesmos a sorrir
Outros dois a aplaudir
Mais um tema chega ao fim
Um senhor sai do lugar
Chega perto, quer falar
E abre os braços para mim
Pensa bem, rapaz
Estás aqui para quê?
Eras bem capaz de vencer
Um concurso na TV»