Chegar a Castelo Branco de comboio é uma visão de verde e fráguas, montes que se despenham até ao rio e que transformam a gravação sonora que anuncia Vila Velha de Ródão num eco das lições de Orlando Ribeiro. Já no Festival, e apesar da chuva que cai sem intervalos, toda a gente assegura que o primeiro dia foi animado, com as escolas a receberem os autores com entusiasmo e com o auditório cheio para a mesa da noite. Hoje, desconfio, não será diferente.
Festival Literário de Castelo Branco
Texto originalmente publicado em Cadeirão Voltaire
