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A minha biblioteca pessoal (soa tão fino dizer isto) tem vinte e oito prateleiras e após a limpeza habitual constatei que sete e meia são exclusivamente femininas. Decidi trazer esses livros para prateleiras próximas. Claro que não amo todos da mesma maneira já que o espectro vai desde históricos, a não ficção a coisas românticas (não perguntem), mas ainda assim. Também constatei que dos cinquenta e oito livros por ler (a sério), mais são de autoras. Isto é uma inversão em relação ao que acontecia antes de ter começado a ler mais mulheres - tinha tão pouquinhas em espera, era o quão igualitárias eram as minhas compras. O número deve continuar a subir. Já contei que tenho há anos um título da Ana Teresa Pereira e só agora associei ao nome da autora que venceu um prémio e de quem pessoal falou nos seus blogs? Foi um dos quatro ou cinco livros que apareceram cá em casa sem razão aparente e sem terem sido trazidos por mim ou para mim. É um mistério. Também não sei se já mostrei, acho que sim mas meh - a minha prateleira favorita. Pena elas não esticarem pois já tive que tirar alguns dali (a minha Jane calha a estar ao pé do Memorial - os dois romances do coração). Fica como celebração do Dia da Mulher! E sim, a rosinha está sempre lá a servir de decoração.