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| Fotografia da minha autoria |
«Vencedores como sempre. Campeões como nunca»
A equipa teve que subir uma montanha, como mencionou Paulo Miguel Castro, durante o pós-match. Mas é tão bela a vista cá do topo. Porque «ainda não perceberam que, quanto maiores são as dificuldades, quando mais aumentam as adversidades e quanto mais forte é a pressão, tanto mais a nossa equipa se agiganta e demonstra por que é que, ao longo destes anos, venceu tudo o que venceu». A caminhada não foi perfeita. Mesmo assim, o foco pulsou dentro do peito. E foi o nosso querer a fazer a diferença. Um «Dragão é sempre um Dragão. E uma equipa do FC Porto, ao entrar em campo, é e será sempre formada por 11 Dragões». Aliás, é composta por muitos mais, apesar de o destino nos ter trocado as voltas, obrigando-nos a apoiar à distância. Em casa. Mas sempre com o coração no nosso estádio. Precisamos de nos transcender. E foi o que fizemos. Perdoem-me falar no plural, porém, sei que pertencemos todos àquela roda, por «sermos do melhor clube do mundo». Aqui ninguém se rende. E, por isso, é especial cada festejo. Separados fisicamente, mas unidos pelo amor que nos move, «eu e aqueles milhares e milhares de pessoas ficamos irmanados na felicidade irrepetível de estar a viver, a sentir, a chorar, a gritar de alegria por podermos pronunciar o que até ali parecia impronunciável: CAMPEÕES! CAMPEÕES! CAMPEÕES!»
O Campeão voltou. E o meu orgulho é infinito.
Azul e branco é o coração. Obrigada por serem tão Porto quanto eu ❤
