Por José Reinaldo do Nascimento Filho
Posso dizer com sinceridade e sem exageros: hoje não tive tempo para postar nada. Nesse momento estou a trabalhar. Ou melhor, estou tentando postar alguma coisa. Depois retornarei ao trabalho. No pequeno intervalo de tempo entre o nada à cabeça para postar e a procura por algo interessante, lembrei-me de uma conversa que tive com a minha Mãe hoje à tarde na hora do almoço. Ela dizia que nós seres humanos não somos nada. E que política não significa nada. E que o meu Tio quase morreu. Ao mesmo tempo em que ouvia isso tudo, prestei atenção na forma como Mainha falava. A voz dela não é das mais belas, tudo bem, mas é inquestionável a sua ternura e o seu jeito tão peculiar de pronunciar as palavras. E foi pensando nisso, que me veio instintivamente (?) à cachola um conto de Baptista-Bastos: Um pouco de ternura.
Faz um tempão que li esse conto. Não me “alembro” de nada, somente do título e, especificamente, dessa última palavrinha tão bonitinha. Pode até ser que o contexto do conto não esteja contextualizado com tudo aquilo que ouvi da minhã Mãe e muito menos com ela mesma, mas é inegável: é sempre bom um pouco de ternura em nossas vidas (e leitura, óbvio).
Acesse esse link e leia: http://www.releituras.com/bbastos_menu.asp
Ps: Mudança de planos, vou à missa.
