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O livro “A história de uma serva”, de Margaret Atwood (livro que está no meu pipeline de leituras a curto/médio prazo), apresenta um futuro tenebroso, onde mulheres férteis são mantidas escravas da procriação.

Quando questionada, Atwood diz que o livro não deve ser considerado propriamente ficção científica, antes um género de ficção especulativa porque, embora o mundo que ela criou não exista, todas as atrocidades que acontecem nesse mundo ao longo do tempo têm precedentes do mundo real e de alguma forma estarão já a acontecer em algum lugar do mundo no momento em que ela escreveu o livro.