Charlie Jonas, Café de Gatos, ASA, 2020.

Ler é aprender. Um livro leva-nos de viagem para outros mundos, outros ambientes, outras culturas. Embrenhados na leitura, viajamos, vemo-nos a residir naquele local, convivemos com as personagens, sentimos com elas. Um livro é um companheiro.

É a leitura de bons livros, de bons autores, que leva ao nosso enriquecimento como pessoas, que nos torna mais humanos, na medida em que contribui para o nosso enriquecimento intelectual, aumenta a nossa cultura geral.

Mas leitura é também distracção, lazer, um momento de fuga da rotina quotidiana que, sem deixar de nos enriquecer, nos afasta da tristeza, das notícias tristes e desagradáveis dos  meios de comunicação, mostrando-nos um mundo mais cor-de-rosa onde todos os finais são felizes.

O Café de Gatos é um desses livros. Leve, agradável, com situações mais tristes, mas também situações de humor descontraído, com histórias de amor, que não escolhe idades, com finais felizes para todos.

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Charlie Jonas é o pseudónimo de uma jornalista alemã, que gosta muito de gatos...