«Ó Coração, sujeito complicado
Tens de abrir a mão
Deixar a razão de lado
Pois, no teu caso,
Ó Coração, és só desajeitado
[...]
Ó Coração, habituado a partir
Ainda sem noção
Que é tão fácil cair
Ó Coração, porquê?
Não tens de ser assim.
E se eu te esconder no mar
Será que te vais zangar?
Só te quero ver feliz
Não te quero afogar
Só não quero mais chorar
Ó Coração, não digas não
A quem te quer amar»