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No passado sábado, perante a notícia que passava no Telejornal sobre o superprémio do Euromilhões que saiu em Portugal dei por mim a verbalizar o seguinte: “Acho passava o resto da vida a comprar livros e a ler”.

Alguns elementos do fórum em que me encontrava riram, outros fizeram uma cara de desdém. Livros com 100 milhões de livros? Pois... devem ter pensado...

A verdade é que foi mesmo o que ocorreu. Obviamente, não sou hipócrita, haveriam muitas outras coias que gostaria de ter e de fazer, mas aquilo que me ocorreu foi o tempo que poderia dispor / comprar quase de forma infinita para o que mais gosto de fazer. Esse seria o meu verdadeiro Euromilhões.