«No meu canto vejo o sossego
Desse enredo que Coimbra traz
Na alegria em frente ao Mondego
O apego ao pensamento que tanto me apraz
[...]
A vaidade só me traz ruína
E nas ruas testo a adoração
Marginalidade mondeguina
Enquanto o Kamura me chama à razão
Se na vida nada me fascina
E se no pó encontro a lucidez
[...]
Sou artista mas não nasci na realeza»