| Fotografia da minha autoria |
«by Mel Jordão»
O mundo da maquilhagem nunca me fascinou. E a verdade é que, excluindo o lápis preto, que comecei a utilizar no sétimo ano [ou, talvez, no final do sexto], e a máscara de pestanas, em ocasiões pontuais, eram mais os dias em que aparecia de cara lavada do que aqueles em que me maquilhava [ou tentava]. Já numa fase avançada, perdi-me de amores pelos batons. E, hoje, sou um pouco mais curiosa acerca deste universo.
Creio que é uma questão de amadurecimento. E de autodescoberta. Sobretudo, é uma prova que estou, cada vez mais, confortável na minha pele, ao ponto de querer explorar formas de valorizar a minha beleza - seja ela qual for. Porque sentirmo-nos bem, bonitos e confiantes não é - e nunca será - um capricho. É a autoestima a manifestar-se. E a maquilhagem pode desempenhar um papel bastante relevante em todo este processo.
Assim, através de pequenos passos, vou saindo da minha zona de conforto, aventurando-me em produtos que nunca foram uma prioridade, como é o caso das paletas de sombras. Porque não sou apreciadora do formato dos meus olhos e continuo à procura da melhor técnica para não parecer que as sombras desaparecem, sempre que os abro. No entanto, não resisti às paletas lançadas pela Mel Jordão em conjunto com a MyLabel.
MYLABEL BY MEL JORDÃO
A maquilhadora profissional e a marca de beleza do Continente juntaram-se e desenvolveram «uma edição limitada de paletas de sombras» denominada Lucky. Com histórias e propósitos distintos, há duas opções.
Lucky nº1
«Esta paleta foi totalmente inspirada na cor dos meus olhos, que são iguais aos da minha avó: verdes, a cor da esperança. Curiosidade: Somos as únicas na família com esta cor de olhos».
Lucky nº2
«Esta paleta foi totalmente inspirada no meu nome e na minha paixão por abelhas, na doçura do Mel com o empoderamento de uma rainha. Sabiam que numa colmeia existe só uma abelha-rainha?».
A MINHA EXPERIÊNCIA
As oportunidades para utilizar as paletas ainda não foram muitas - nem duradouras. Portanto, as minhas observações são pouco fundamentadas, partindo de primeiras impressões. Ainda assim, fiquei rendida aos tons e à qualidade dos mesmos, porque são bastante suaves e pigmentados. Além disso, permitem-nos construir looks mais simples ou mais ousados, dependendo da nossa personalidade e dos nossos planos.
Para elevar a experiência, percebe-se, é muito fácil conjugar os tons de ambas as paletas, o que nos deixa com outras opções de escolha. Depois, é só uma questão de irmos brincando, sem medo de arriscar.
As embalagens, com um mecanismo de íman para fechar e o tamanho ideal para transportarmos na carteira, têm uma preocupação ambiental, sendo distintas e mais sustentáveis. E isso, para mim, é muito positivo.
A Lucky nº2 tem sido a minha aliada, mas pretendo aventurar-me nos tons esverdeados, que são deslumbrantes. Mesmo não sendo a maior entendida no assunto, sinto que esta parceria foi um sucesso.
| À venda, em exclusivo, nas lojas Continente |