Apresentação:

Estes versos concebidos sob as sagradas leis, bênçãos e apelos de Afrodite pretendem, de forma simples e poética, fazer as vezes destes estimulantes do apetite e do prazer sensual a fim de excitar e despertar a luxúria e os desejos libidinosos mais íntimos e mais secretos do(a) estimado(a) leitor(a) que por aqui se aventurar, pois como acreditava Anais Nin (e eu também), "o erotismo é uma das bases do conhecimento de nós próprios, tão indispensável como a poesia". [Alessa B.]

Comentários:

"A poeta cumpre aqui o papel da gueixa, da sacerdotisa, de Afrodite, todos esses seres que estimulam arquetipicamente em nós a libido, os calores mais íntimos, as fomes mais profundas. Sem perder o ritmo e o compasso, ela sopra com maestria e talento os vapores que nos estimulam ao prazer. Seu eu lírico levita em forma de ninfeta, cujo gozo verseja em verbos aquosos na boca de um Eros inebriado".

[Magmah - jornalista e poetisa]

"E neste mundo imaginário, em que tocados pelos versos, nos envolvemos a ponto de sentir na pele o real calor da poesia incandescente, afogados nesse fogo alimentado pelo sabor picante da pimenta e de outros alimentos e elementos igualmente afrodisíacos, atingimos, enfim, o clímax da orgasmática pungência literária".

[Axills - músico e poeta]

 

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