Do autor Rowan Knight, esta história publicada em Setembro de 2019, ficciona sobre a revelação de um evento pandémico, em muito idêntico com o que o mundo está agora a viver. Não sou muito levada à escolha deste tipo de livros, mais ficcionais, mas intrigou-me o título, o ano em que foi escrito, não pela profecia, mas pela forma como a humanidade recebe sinais que desconhece. Assim, foi no intuito de "perceber o que andavam a inventar sobre isto..." que resolvi começar a ler esta "mensagem".
A 25 de Janeiro de 2013, um homem é colocado perante o desafio de conhecer o futuro sombrio da humanidade. Um futuro que lhe é revelado por um homem que poderá ser o seu eu do futuro. Contar ao mundo a sua experiência, irá levar a que todos o considerem louco, mas esconder o que sabe pode conduzir ao fim da humanidade como a conhece. A lógica daquele momento, não é nenhuma e a recusa da verdade e da sua divulgação vem do medo de ser levado ao ridículo.
Enquanto estava sentado a observar a francesa, que a algumas mesas de distância se mantinha a escrever compulsivamente no seu guardanapo, um outro homem aproxima-se e desenrola-se uma estranha conversa cheia de alegorias e de especulações sobre o futuro. Tal como na cartomância, aqui vemos apenas aquilo que queremos ver e, o autor soube colocar cada revelação como se de uma verdade absoluta se tratasse aos olhos de quem a recebe.
Um livro com potencial mas que se fica por aí. Não acho que tenha muito "sumo", falta mais qualquer coisa. Para variar nos ebooks do Google livros, a tradução para português é péssima e não ajude a que volte a escolher esta plataforma muitas vezes. Não substitui em nada ter um livro na mão.