27
Set19
Maria do Rosário Pedreira
Hoje é dia de crónica. Ela aqui vai:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/14-set-2019/interior/os-deuses-das-moscas-11298602.html
Amanhã, na Fundação Calouste Gulbenkian, celebram-se os 40 anos de vida literária de António Lobo Antunes. Um dia inteirinho dedicado ao escritor pela voz de várias personalidades. Fica o convite para passar um sábado diferente. Se estiver longe, pode acompanhar por aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=IVOl-KKIWgo


14 comentários
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Em busca do tempo perdido? Já que estamos em ambiente de "leiteratura".

António Luiz Pacheco 27.09.2019
Diz-se que não devemos voltar aos sítios onde fomos felizes… e na verdade já sofri uma ou outra desilusão, pois as coisas mudam. Mas, se assim for, estaremos então condenados a ir sempre para sítios novos e nunca poderemos voltar aos antigos?
Quanto à homenagem a Lobo Antunes, merecida é, como já se disse aqui, pois a sua carreira literária (goste-se ou não) é notável. Confesso que não sou leitor… certamente defeito meu, mas se calhar e em compensação leio outros que poucos ou ninguém lê.
Votos de um Extraordinário fim de semana, para todos os comparsas deste espaço que anda meio deserto… que se passa? Deixámos de ler? É o adeus futuro da nossa anfitriã?
Abraço colectivo cá desde a Cidade Morena.
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Ontem alguém me corrigiu - e bem - dizendo que o livro de María Gainza (que li) se chamava "Nervo Ótico" e não "Nervo Óptico", chamando a atenção para ótico relativo a ouvido e não a olho e visão. Só que (e não me parece que esteja enganado) o livro de María é um livro de olhares e talvez a confusão esteja no facto de com o NAO ótico referir-se tanto ao ouvido como à visão. Alguém desfaz o imbróglio?
Pedro Sande 27.09.2019
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Ontem alguém me corrigiu - e bem - dizendo que o livro de María Gainza (que li) se chamava "Nervo Ótico" e não "Nervo Óptico", chamando a atenção para ótico relativo a ouvido e não a olho e visão. Só que (e não me parece que esteja enganado) o livro de María é um livro de olhares e talvez a confusão esteja no facto de com o NAO, ótico referir-se tanto ao ouvido como à visão. Alguém desfaz o imbróglio?
Pedro Sande 27.09.2019
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Ótico é como resulta escrever-se Óptico com o Novo Acordo Ortográfio (NAO). Embora para mim seja sempre O Nervo Óptico, a regra na LeYa é usar o NAO nas traduções. Daí que... Mas, sim, refere-se ao olho, não ao ouvido.

Anónimo 27.09.2019
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Obrigado pela resposta.
Pedro Sande 27.09.2019
Aqui se vê a força do AAO e a fraqueza do NAO.
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Li os três primeiros livros de ALA de rajada e disse para mim -que grande escritor- só que os que se seguiram foram uma total frustração, nunca mais consegui ultrapassar a página 26, tal era a estopada; de vez em quando tento ler um, pós "Conhecimento do Inferno", "Memória de Elefante, "Os Cus de Judas" mas, para mim, são absolutamente ilegíveis, desisti!

ASeve 27.09.2019
Quanto às pulgas, piolhos e percevejos, estas gerações "unhas de gel" estão a transformar os filhos em atrasados mentais. É vê-los nos Centros Comerciais a "baterem" nos pais mesmo que eles (pais) tentem estabelecer conversações para evitar a "violência doméstica".
Tristes...
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Certamente dos melhores exercícios a leitura de sexta-feira. Parabéns Lobo Antunes representas a tarde portuguesa, o alvorecer a memória e sinais de outrora.

Anónimo 27.09.2019
Cláudia da Silva Tomazi
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«Não tarda alguém reclama um Serviço Nacional de Saúde para os insectos.»
Para os insectos ainda não, mas o PAN quer um SNS para cães e gatos:
https://www.publico.pt/2019/08/22/politi
ca/noticia/pan-quer-servico-nacional-sau de-caes-gatos-1884087
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Li as primeiras páginas do último livro do António Lobo Antunes "A Outra Margem do Mar". Seduziu-me, o que não acontecia com os seus livros mais recentes. Estará de volta o escritor que amei ?
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Boa tarde, com alegria (nem sabe o bem que lhe fazia)

Anónimo 27.09.2019
Leio, de forma tríptica, "As aventuras de Tom Sawyer" de Mark Twain, "Politics" de David Runcinman e "The age of acquiscence" de Steve Fraser.
Também li o "Deus das Moscas", quando conheci a minha actual mulher. Uma obra igualmente política, reveladora até à medula da chamada natureza humana.
Paradoxalmente, é a mesma natureza que se preocupa com piolhos e mosquitos, à falta de imaginação e de um sentido para vida em geral.
Para essas almas o douto conselho: leiam o Tom Sawyer para saberem lidar com insectos.
Boas leituras, bom fds
cp
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Também me desliguei há muito da edição das obras de ALA, mas pela informação do Extraordinário Artur talvez tenha que rever a minha posição. Bom fds para todos.

amalivros 27.09.2019
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Não é dos meus favoritos, nas entrevistas que dá é um pouco cabotino e diz sempre a mesma coisa. Li até ao fim A Morte de Carlos Gardel, mas Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo absolutamente ilegível, desisti logo ás primeiras leituras. Tenho outras prioridades.

Anónimo 27.09.2019