Canção do Amor Imprevisto – Mário Quintana
poesia, literatura brasileira, amor, análise literária
Canção do Amor Imprevisto Eu sou um homem fechado. O mundo me tornou egoísta e mau. E minha poesia é um vicio triste, Desesperado e solitário Que eu faço tudo por abafar. Mas tu apareceste com tua boca fresca de madrugada, Com teu passo leve, Com esses teus cabelos… E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita… A súbita alegria de um espantalho inútil Aonde viessem pousar os passarinhos! Navegação de Posts Uma resposta para “Canção do Amor Imprevisto – Mário Quintana” Conclusão espectatorial: até mesmo “homens fechados” podem se revelar poderosos “abridores de almas” e/ou de outros homens… WPC>
Texto originalmente publicado em Catálise Crítica