O decreto que dá corpo ao estado de emergência, em vigor desde a meia-noite passada, é muito extenso, sendo impraticável fazer aqui o seu resumo.

Nessa medida, sem ser exaustivo, deixo aqui algumas medidas que interferem com o dia-a-dia das pessoas comuns.

Os estabelecimentos encerrados, bem como os serviços e actividades suspensas, não constam deste resumo.

MANTÊM-SE ABERTOS

— Farmácias, para-farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica.

— Serviços médicos e/ou de apoio social.

— Clínicas veterinárias.

— Minimercados, supermercados e hipermercados.

— Frutarias, talhos, mercearias, peixarias e padarias.

— Secções de produtos alimentares em Mercados.

— Oculistas.

— Drogarias.

— Papelarias, tabacarias, quiosques e floristas.

— Postos de abastecimento de combustível.

— Oficinas automóveis.

— Lojas de venda e reparação de electrodomésticos.

— Lojas de equipamento informático e de comunicações.

— Bancos e seguradoras.

— Estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene.

— Restaurantes para serviço de take away e entregas ao domicílio.

— Estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos.

— Cadeias de produção e distribuição agroalimentar.

— Lotas.

— Estabelecimentos de refeições confeccionadas.

MANTÊM-SE A FUNCIONAR, ENTRE OUTROS

Serviços públicos essenciais, tais como:

— Água, energia eléctrica, gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados (distribuição, manutenção e reparação).

— Comunicações electrónicas e serviços postais.

— Transportes públicos.

— Serviço de recolha e tratamento de águas residuais.

— Serviços de gestão de resíduos sólidos urbanos.

— Serviços de higiene urbana.

— Serviços funerários.

Outros serviços:

— Serviços de manutenção e reparações ao domicílio.

— Serviços de segurança/vigilância dos domicílios.

— Actividades de limpeza, desinfecção, desratização e similares.

— Serviços de entrega ao domicílio.

— Serviços que garantam alojamento estudantil.

— Actividades e estabelecimentos enunciados nos números anteriores, ainda que integrados em centros comerciais.

Não nos podemos queixar.