«Ao andar por andar

Não fui, fugi de mim

Ao planar sem voar

Caí em mim

[...]

Por passar sem ficar

Não fui, perdi-me de mim

Ao largar sem chegar a ser

Escondi-me de mim

O tempo pede tempo

Nunca cede, nunca perde

E o mundo chama por mim

O sangue que ainda arde em chama

Chama por mim

[...]

No ar planei

Sem plano, sem lei»