«Não tinha nem para um cigarro
Andar a ter de olhar para o chão
Foi quando deixei de sentir
O que me deu não foi em vão
Deixar para trás o que faz arder
E agora nada faz doer
Pensava que ia ser feliz
Ainda não chega de aprendiz
[...]
Não quero mais sentir azul
Comprei o preto com razão
Não nego: já mudei o mundo
Não contou, foi solidão
Que o medo corra atrás de ti também
Segredo seja terra de ninguém
Que o dia traga o tempo que gastei
E a noite traga a Lua que comprei»