Depois, de repente, tudo ficou em silêncio. Um silêncio… que não se pode explicar, nem conhecer a partir de fotografias ou do cinema. Uma vez na vida tem de se ouvir esse silêncio, quando a casa de família cai por cima da nossa cabeça.
A Gaivota, de Sándor Márai, 1943, D. Quixote (2016)
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