No El País, Reyes Rincón assina um artigo sobre a biblioteca que reúne os manuscritos associados à família Kati, cerca de 3000 espécies que registam a diáspora andaluza por terras africanas, tratados científicos de várias áreas do conhecimento e textos que se foram agregando desde o século XII, compondo um fundo que se guarda, agora, em plena Timbuktu, no Mali. A ameaça que os fundamentalistas islâmicos de Ansar Dine têm concretizado sobre vários mausoléus da região pode, agora, afectar igualmente este espólio bibliográfico. Para ler aqui.