«Pensa rápido

Do berço à lápide há velocidade

Não há um mês apático

Nem um ano sabático para a felicidade

Não fico lazy com o êxito ou alucinado

Eu leio ideias em papéis emocionado

Impulsionado por amor até à morte

[...]

O respeito não se compra

Nem com o patrocínio mais chorudo

[...]

E o prazer é quando ignoras 

Um ponteiro a virar horas

São nóias que ainda tenho 

É um ano inteiro a ver auroras

Enamoras o destino e 

Quando te empolgas não há folgas

[...]

Meu caro amigo, o respeito não cai do céu

E se trabalhar é um crime prefiro o banco do réu

Porque eu nunca dormi na sombra

Sou quem bomba na penumbra

[...]

Porque eu não vou deixar de ser

Sei bem o que vim cá fazer

O dia não me cai do céu

Não é tão diferente do teu

Dá-me um tempo para aprender

Só vais ver o que queres ver

A chama ainda não se perdeu

Corro por gosto no céu

É só fazer»