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O livro de Jaroslav Hašek que, durante anos, acreditei ter lido (havia uma edição da Europa-América, mas era apenas uma parte do livro e a tradução partia do francês), está agora integralmente traduzido em português. A empreitada deve-se a Lumir Nahodil, que traduziu do original, e à Tinta da China, mas também a Ricardo Araújo Pereira, que seleccionou o título para a sua colecção de humor.  É capaz de não chegar a tempo de integrar as inevitáveis listas de melhores do ano (falo por mim, que já entreguei as minhas escolhas), o que é injusto, mas merecia ser divulgado aos quatro ventos, apresentado como o melhor tijolo para oferecer neste Natal, anunciado como a única leitura capaz de prevenir a terceira edição do fim do mundo que algumas pessoas insistem em marcar para este ano.

Logo à noite, Ricardo Araújo Pereira apresenta o livro na Fnac do Colombo.