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Num instantinho, para o ego não se agigantar: fui distinguida com o Prémio de Jornalismo Escritaria 2013, na categoria de imprensa, pela reportagem “Michel Giacometti: um corso em demanda da tradição portuguesa”, publicada na revista Blimunda (em Fevereiro deste ano). O Escritaria distinguiu também os jornalistas Mário Galego, na categoria de rádio, com a peça “Ser Português” (Antena 1), e Joana França Martins, na categoria de televisão, com a reportagem “Escritaria António Lobo Antunes” (RTP). Houve ainda duas menções honrosas para os jornalistas Luís Ricardo Duarte, do Jornal de Letras, pelo trabalho “Katherine Vaz: as cores da memória”, e Inês Pinto Correia, do Notícias de Penafiel, pelo trabalho “Orlando Máximo analisa o que o rodeia com a poesia”.

Agradeço ao José Moças, da Tradisom, que entre entrevistei para este trabalho, e a Catarina Roquette e Conceição Correia, do Museu da Música Portuguesa (Casa Verdades de Faria, em Cascais, onde se guarda parte do espólio de Michel Giacometti), que me receberam com toda a disponibilidade e simpatia. E agradeço, claro, à Fundação José Saramago o facto de ter criado uma revista como esta numa altura em que o normal é fecharem-se revistas, e ao Sérgio Letria, que tem sido um director multi-tarefas em cada edição da Blimunda. Acima de tudo, agradeço a herança tão rica e importante que Giacometti deixou ao mundo – a herança etnográfica, musical e cultural, sem dúvida, mas também a humana, porque o corso que passou tantos anos da sua vida em Portugal foi sempre um bom exemplo daquela máxima que diz que a nossa terra é onde nos sentimos bem, sem que as ‘pátrias’ ou as ‘nações’ tenham muito a dizer sobre o assunto.

Quem quiser (re)ler o trabalho sobre Giacometti, pode descarregar a Blimunda nº9 aqui.