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| Fotografia da minha autoria |
«Com a solidão se aprende»
A paragem 7 da rua da Agonia
Foi o meu fim de linha
Dentro deste elétrico solitário
Parti a sós
De alma despida
E amor no regaço
Sentindo a brisa da janela entreaberta
Esvoaçando os meus sonhos
E o meu destino
Luzidio. Intempestivo. [In]Temporal
Eu tenho um elétrico
Na palma da mão
Pequeno e confiante
E de mundo adiante
E vencida
Neste trilho-prisão
Ergui-me em contramão
Deixando voar a certeza
De que a minha estrada
Tem mais rotas escondidas
Ansiando que cure as feridas
Desta minha revolução
