Escritas da diáspora: como acompanhar a destruição do Líbano à distância?
memória, guerra, política, responsabilidade social, história
Rima Awada e Ana Gebrim: "Para quem cresce entre relatos de guerra, deslocamento, resistência e reconstruções permanentes, a escuta nunca é neutra. Ela carrega uma espécie de responsabilidade do comum. Aprendemos cedo que todo sofrimento tem uma história, uma geografia, uma política e uma memória que precisa ser compreendida para que não se repita indiscriminadamente."
Texto originalmente publicado em Blog da Boitempo