Camões e os seus 500 anos e Resultados de Concurso Literário

É bem verdade que se iniciam este ano as comemorações dos 500 anos do Poeta Luís Vaz de Camões e não temos mostrado muito sobre esta realidade.
A poesia de Luís de Camões frequentemente continha alusões a elementos naturalistas.
De seguida fica uma pequena listagem de locais na rede onde podemos encontrar mais informação sobre os eventos neste contexto.

https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/dia-de-portugal-de-camoes-e-das-comunidades-portuguesas-2024


https://www.rtp.pt/play/p13501/e775259/500-anos-camoes


https://www.publico.pt/2024/06/05/culturaipsilon/noticia/ha-fim-esboco-programa-celebrar-500-anos-camoes-2093084


https://www.agendalx.pt/events/event/500-anos-do-nascimento-de-luis-vaz-de-camoes-1524-2024/


Informamos que os resultados do Concurso de Homenagem a Ruy de Carvalho só estão disponíveis a partir de meados de Novembro.


Até breve.

Publicações populares

III - 3a Parte - Tríptico poético em clave de Sol

  À mudança do mundo, tudo dou, sem escolha, que eu, para ele, de tão pouco, nada sou. Às vezes resta-me uma estrela Alpha Centauri, sem nexo, de brilho cristalino, gélido, e eu me deixo ir preplexo. Só que, no Universo, tudo o que é próximo, é também um irradiar distante... Pelo que, para ir além no horizonte, fecham-se os olhos, e a imaginação necessita-se então aos molhos...   Para o novo Sol Centauri, nem a rápida arte de viajar, que permita ver outros prados verdejantes, nem novas estrelas à noite refletidas em novo mar. Temos só a poesia perfumada, nostágica do Antes. Nota: a estrela Alpha Centauri é a estrela mais próxima da terra, encontrando-se a 4 anos luz. A velocidade da luz é cerca de 280 mil quilómetros por segundo.

Tríptico poético em clave de Sol

 I Primeira parte   Um dia irás além. Verás de novo o horizonte como ao presente, após esqueceres o efémero e mudo passado.   II  Segunda parte Alguém disse, e escreveu, que na vida só se é feliz quando se ama alguém. E eu acredito, porque só então as íris se dilatam com a cromaticidade da incadescência musical. E ninguém leva a mal. E quando me levanto pela manhã, já a a eternidade do sol irradia o seu calor de átomos saltitantes. Dantes tudo era ausência, então tudo é demência. Mas, não há esquecimento nem se sente o vento, só o tormento que permite dormir ao relento. E a morte nada pode, porque a vida, passada em revista é uma sucessão de bebidas, aperitivos, queijos e beijos, diante da nossa vista. [para breve a 3a parte] Até breve.

Alguns vencedores do Concurso Literário Natureza 2025

 Boa noite. Aqui alguns dos autores vencedores do Concurso Literário Natureza 2025: PRENÚNCIO, por Francisco Guilherme Por entre a bruma da manhã, por João Araújo O Sussurro da Paineira, por Bruno Reallyme O Lamento da Terra, por Rachel Carvalho Chamado Selvagem, por Ítalo Dourado A peste, por Caio Araujo OS FILHOS DA AURORA, por JV PS Somos Natureza, por Daiane Mendes Des (esperança), por Thaís da Silva Aposta de mãe, por José Vargas Hoje fica o poema: Des (esperança) , por Thaís da Silva Oh, que vazio oco Um silêncio lânguido Prevejo quem seja, é um sentimento acanaveado Que de tempos em tempos sucede, tentando invadir O interior de meu templo, de minh’ alma. Por sorte, me resta uma dose de esperança. Por sorte, há um pouco de arte e cultura pela vizinhança Algo que certamente, germina em meu peito confiança E me faz sobreviver nesta ríspida realidade que deslancha, E me devora paulatinamente dia pós dia. No entanto, eis-me aqui a pelejar, por um destino Interes...