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| Fotografia da minha autoria |
«Onde não puder ser casa não faça morada»
I
Escrevi-te um verso
A tinta permanente
Mas mesmo assim
Arrancaste-o do peito
Sem pensar nas feridas
Que ficariam marcadas
Num tempo em branco
II
O futuro é próspero
Num campo de trevos
De quatro folhas
Encontrei um de três
III
Colhi flores
Percebi que tal como
O teu amor
Eram de plástico
IV
O conforto no caos
ca . os
Engraçado como na palavra
Há um cá
E um (n)ós mudo
