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Acompanhar a digressão de uma companhia de teatro como a da ACERT não é apenas assistir a ensaios e espectáculos. Os dias que vou passando com actores e técnicos têm sido de descoberta e cumplicidade e creio que posso dizer que aprendi mais sobre teatro nestes dias do que em muitos anos de leituras e espectáculos vistos como espectadora. Para além do que se aprende, com a equipa da ACERT e com as pessoas que se vão cruzando com o elefante Salomão nas diferentes terras (até agora, Viseu, Penalva do Castelo e Canas de Senhorim), A Viagem do Elefante tem sido um caminho de conversas, partilhas e afectos e essa é a viagem maior, mesmo que a distância percorrida seja curta.